domingo, 3 de abril de 2016

9 motivos para sair do Brasil

Nota:
O texto não visa apontar a melhor solução para você. Ele apresenta 9 fatos. Porque 9 e não 10 ? Porque o 10º é pessoal, só você pode completar o 10º. Acredito que muitos vivam bem no Brasil. Mas querer sair do país não é "traição" e não impede ninguém de melhorar o país lá de fora.
Dito isso espero que o texto não provoque discussões partidárias comuns no contexto atual de péssimo momento político e econômico.

http://www.conexaolusofona.org

9 motivos para sair correndo do Brasil enquanto ainda há tempo

(Imagem: Reprodução Travelgeni.com)

Não, isso não é apologia à pratica de atividades esportivas na fronteira do Brasil, é uma análise transparente e apartidária que compila em forma de alerta o que todos parecem já saber em menor ou maior grau.

Afinal de contas o que faz com que tantos se cansem de um país tão privilegiado pelo clima, culinária, recursos naturais, paisagens inebriantes e um povo de energia tão especial?

Maior número de assassinatos do mundo

(Imagem: Arte sobre reprodução Abordagemposilicial.com)

880.386 pessoas morreram por disparo de arma de fogo entre 1980 e 2012 no país do futebol. O equivalente a 11 estádios do Maracanã completamente lotados!

Em nenhum país morrem mais pessoas dessa forma do que no Brasil. Em 2012, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), foram 64.357 mortes. Para se ter uma ideia, os 12 maiores conflitos no globo entre 2004 e 2007 mataram juntos 170.000 seres humanos. No Brasil, entre 2008 e 2011, mais de 200.000 pessoas perderam a vida vítimas de assassinato. Desses crimes, quase 90% ficam sem punição.

Mesmo com tanta impunidade, ainda assim o Brasil possui uma das maiores populações carcerárias do mundo. Uma bomba-relógio pronta a explodir. Seja pelo custo financeiro ao país, seja pelo risco de violência e constantes violações dos Direitos Humanos.

Um balanço de todo o período coberto pela série histórica do Mapa da Violência revela que 880.386 pessoas morreram por disparo de arma de fogo entre 1980 e 2012 no país do futebol. O equivalente a 11 estádios do Maracanã completamente lotados!

A taxa de homicídios entre jovens (dados de 2010 – OMS e Census) é de 54,7 jovens por 100.000 habitantes. Não parece muito? No México, país conhecido pela violência, é de 28,1. Quase a metade. Na Rússia é de 8,8. Na vizinha Argentina, de 7,7. Em Israel 2,3. Na Itália 0,8.

Seu dinheiro vale menos aqui

(Imagem: Arte sobre reprodução financialdirector.co.uk)

No Brasil, quase sempre, os produtos e serviços são mais caros do que a média mundial.
Só quem mora no exterior sabe o que isto significa, produtos e serviços muito mais baratos.
Um exemplo dessa realidade é o famoso BigMac Index, índice criado pela conceituada revista The Economist, que compara o preço do mais famoso sanduíche do Mc Donalds ao redor do mundo: o último levantamento é de julho de 2015.


(Imagem: Reprodução The Economist)

Nele o Brasil aparece como o país mais caro de todo o Hemisfério Sul e o 8º mais caro do mundo, atrás apenas de países nórdicos, da Suíça, do Canadá, Inglaterra e Israel, onde os salários são no mínimo cinco a seis vezes superiores ao Brasil (os EUA não estão incluídos pois são o marco de referência).

Os absurdos são generalizados e estão presentes em produtos tão simples quanto um panetone (pão natalino), que no Brasil custa mais caro (R$25,12) do que exatamente o mesmo produto depois de importado e vendido no Japão (R$21,35), até sofisticados computadores apple (MacBook Pro de 15″ Retina, top de linha) que custam R$ 23.499, enquanto um carro novo (Fiat Palio Fire 2 portas) custa R$27.340.

Poder de compra corroído

(Imagem: Arte sobre reprodução mundohoje.com.br)

Veja a comparação em diversas capitais pelo mundo, em países mais e menos desenvolvidos. O poder de compra do salário mínimo brasileiro, apesar de estar no maior patamar dos últimos 50 anos, permanece baixíssimo.

Tomemos como exemplo o número de ordenados necessários para pagar o aluguel de um apartamento de 85m2 em área nobre de uma capital: fica fácil perceber a discrepância entre o Brasil e a maioria do resto do planeta.

Em Madrid, na Espanha, um trabalhador desembolsa 1,42 salários mínimos para pagar o aluguel de um apartamento desse gênero. Já o vizinhos argentinos, gastam cerca de 1,76 em Buenos Aires. No Brasil, na capital Brasília são necessários 6,59 salários mínimos, mais de 3x a média da amostragem – no Rio de Janeiro, por exemplo, a diferença seria ainda mais acentuada.

Veja outros exemplos em diversos continentes e realidades. A disparidade se mantém.

Nº de salários mínimos necessários para pagar o aluguel de um apartamento de 85m2 em área nobre:
Brasília - 6,59 Salários mínimos (R$3.260)
Lisboa - 1,58 Salários mínimos (€800)
Madrid - 1,42 Salários mínimos(€1.219)
Washington DC - 1,86 Salários mínimos* (U$2.606)
Buenos Aires -1,76 Salários mínimos (U$1.128)
Tóquio - 2,17 Salários mínimos (U$2.320)
Fonte: Expatistan

Maior juro real do mundo

(Imagem: Arte sobre reprodução blogmobills.com.br)

O brasileiro tem de pagar legalmente ao banco taxas que em um país europeu nem um agiota consegue praticar.

A taxa selic (taxa de juros básica da economia) no Brasil está em 14,25% ao ano, ou seja, o maior juro real do mundo. Quando isso se reflete nas taxas praticadas ao cidadão comum, em forma de crédito para pagar o cartão, a casa própria ou um cheque especial, os números pioram significativamente.

Tomemos como exemplo o cartão de crédito: o brasileiro está sujeito a uma taxa média de juro anual de 403,5%.
Para o leitor ter uma ideia do quão absurdo isso é, veja um exemplo prático: na Europa, em um país como Portugal, essa mesma taxa está em cerca de 17%. Faça as contas: isso significa que se você não pagar uma fatura no valor de 10.000 reais, doze meses depois, você estará devendo (só em juros) mais de 40.000 reais. Com o juro praticado em Portugal por exemplo, estaria devendo 11.700.
É importante ressaltar que não se trata de uma comparação injusta entre um país sul-americano e um europeu. Tomemos como base nossos vizinhos: na Colômbia, que possui a maior taxa de juro depois do Brasil, são 63% (taxa de crédito rotativo no cartão). No Peru 41%. Na Argentina 37%. No Chile, 26%.

Discrepâncias similares se repetem para outras formas de crédito como o pessoal e o imobiliário. A realidade é que o brasileiro tem de pagar legalmente ao banco taxas que em um país europeu nem um agiota conseguiria praticar. Na prática, isso significa afastar da realidade de muitos, a possibilidade de ter um automóvel, uma casa própria, ou abrir o seu próprio negócio.

Corrupcão sistêmica

(Imagem: Arte sobre reprodução Heritageaction.com)

A economia da corrupção no Brasil é superior à soma de toda a riqueza produzida num país como Moçambique.

Os escândalos de corrupção no Brasil são de tal forma vastos, rotineiros e atuais, que é mais fácil abrir o jornal do dia do que ler nesse artigo uma seleção de alguns, provavelmente já ultrapassados por novos ainda maiores.

Para se ter uma ideia, um estudo realizado pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo) revelou que os prejuízos econômicos e sociais que a corrupção causa ao país somam cerca de 69 bilhões de reais por ano.

Isso é um valor superior ao PIB (Produto Interno Bruto) de um país inteiro como Moçambique (hoje estimado em pouco mais de 15 bilhões de dólares). Ou seja, a economia da corrupção no Brasil é superior à soma de toda a riqueza produzida num país. Faça as contas e imagine o que poderia ser feito com esse dinheiro.

Educação

(Imagem: Arte sobre reprodução wiseeye.co.za)

Há muitos motivos para um país não prosperar, mas nenhum é tão poderoso e afirmador dessa realidade no tempo que a educação.

A remuneração dos professores no Brasil é uma das piores do mundo. Como não poderia deixar de ser, o desempenho dos alunos também. Segundo dados da OCDE (Organização para a Cooperação Desenvolvimento Econômico), o salário médio dos professores brasileiros de ensino fundamental é cerca de um terço da média dos restantes países.

Veja aqui gráficos que ilustram a situação atual

27% dos brasileiros acima de 15 anos são analfabetos funcionais. Isso significa que uma a cada quatro pessoas no Brasil reconhece letras e números, mas não sabe bem o que fazer com eles. São incapazes de interpretar um texto simples por exemplo.

Enquanto as estimativas da OCDE indicam que, na última década, metade do crescimento econômico nos países desenvolvidos foi devido a habilidades melhoradas em educação, o Brasil se encontra próximo ao último lugar (38ª posição dos 40 países participantes) no ranking da educação (The Learning Curve 2014), junto de países como Tailândia, Indonésia e Colômbia.

Não é possível haver inovação, escolhas políticas mais conscientes, e criação de uma classe média independente e produtiva sem educação.

A pior parte é que não é por falta de dinheiro: o Brasil é o 3º país do mundo que mais investe nesse setor. Em 2015 o investimento em educação irá representar 19,2% do orçamento de Estado, na frente de países como Coreia do Sul, Suíça e Estados Unidos. São mais de 100 bilhões de reais (25 bilhões de dólares) anuais.

Alimentação cancerígena

(Imagem: Arte sobre reprodução Agência Brasil)

Em 2009 o Brasil ultrapassou a Argentina se tornando o 2º maior produtor de alimentos transgênicos do mundo. São mais de 21 milhões de hectares de plantações de alimentos geneticamente modificados.

Em abril desse ano o plenário da câmara dos deputados aprovou uma nova emenda para acabar com a exigência do símbolo da transgenia nos rótulos dos produtos com organismos geneticamente modificados (OGM), liberando assim o caminho para esse tipo de alimento aumentar exponencialmente nas mesas dos brasileiros.

Na altura o deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS) declarou: “Acho que o Brasil pode adotar a legislação como outros países do mundo. O transgênico é um produto seguro”. Felizmente o Senado acabou por reprovar essa tentativa de emenda à lei brasileira. O lobby e a pressão econômica entretanto só aumentam. Enquanto isso um dos países mais desenvolvidos do mundo, a Dinamarca, acaba de banir os transgênicos e impor por lei que 100% da sua agricultura será orgânica (biológica).

O Brasil é também recordista no uso de agrotóxicos.

Imposto de 1º mundo, serviços de 3º mundo

(Imagem: Reprodução Revista Exame)

Em 2015, o brasileiro trabalhou 151 dias, cinco meses completos, somente para pagar impostos, taxas e contribuições destinados ao governo, segundo dados do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação). Este número quase dobrou, quando comparado às décadas de 70 e 80.

O país ocupa a 8ª posição do ranking mundial, atrás apenas da Dinamarca (176 dias), França (171), Suécia (163), Itália (163), Finlândia (161), Áustria (158) e da Noruega (157). Em todos esses países, saúde, segurança e educação pública são de alta qualidade e acessíveis a toda a população. Será que é o caso do Brasil?

O país do futuro

(Imagem: Arte sobre reprodução Paulo Ito, via Flickr)

É importante lembrar que apesar de toda a instabilidade atual, o país ainda goza de alguns estímulos e condições especiais que o favorecem, mas que são temporários.

Ter sediado o mundial de futebol significou receber bilhões de dólares na economia nos últimos anos. Os Jogos Olímpicos em 2016, embora concentrados no Rio de Janeiro, também têm impacto indireto em toda a economia, levando em consideração a promoção extra do turismo nacional nos últimos anos.

O famoso privilégio do bônus demográfico, fenômeno que favorece economicamente um país jovem como o Brasil, que possui uma classe trabalhadora que contribui para a segurança social ainda muito superior ao número de aposentados e pensionistas que recebem o benefício, pode estar no fim do seu ciclo. Segundo Samuel Pessoa, pesquisador da (Ibre/FGV), o Brasil já gozou de 90% dos efeitos do bônus demográfico. Daqui a cinco ou seis anos, o país entrará em outro momento, no qual terá que gerir desafios crescentes nos déficits da previdência social, tendo que cada vez mais ir buscar dinheiro da balança comercial e onde mais for possível, para financiar o crescente número de aposentadorias.

Conclusão:
Não está aqui em causa enumerar cegamente problemas como se todas as outras nações não tivessem os seus, mas lembrar que para tudo há limites, que o Brasil está ultrapassando todos eles, e que a única chance de isso melhorar é que todos estejam plenamente cientes da realidade.

Esse artigo não tem por objetivo esclarecer todos os problemas, muito menos todas as soluções de uma nação grande e complexa como o Brasil.

Isso não é um convite para que todos façam as malas. A metáfora aqui proposta é a necessidade de se abandonar o mais rápido possível essas práticas de um Brasil que maltrata seu coletivo para que seja possível redescobrir a essência do povo brasileiro.

Enquanto isso não acontece, e toda essa loucura não é percebida como tal, seguimos tratando barbáries dignas de parar qualquer país como apenas mais uma notícia do telejornal.

José Padilha, o aclamado diretor da série cinematográfica Tropa de Elite recentemente declarou em uma entrevista onde explicava por que decidiu sair do país:

O Brasil perdeu a sensibilidade para o absurdo.
(José Padilha)

O que poderia melhor descrever um país capaz fazer uma detenta grávida, aos gritos, ter que parir sozinha o seu próprio filho, numa solitária de prisão, em completa escuridão, sem qualquer apoio, ou tratar com normalidade assaltantes adolescentes passarem a roubar bicicletas esfaqueando o seus donos até a morte? Isso não são fatos isolados escolhidos a dedo. São alguns dentre as dezenas que acontecem todos os dias. Isso é o Brasil de hoje.

Comunicado Conexão Lusófona:
Não concorda com o posicionamento desse artigo? Envie para nós a sua opinião. Será destacado um colunista para compilar os argumentos mais citados e melhor embasados e redigir o artigo “9 motivos que fazem o Brasil melhor”.

Envie para: redacao@conexaolusofona.org
A Conexão não é partidária, não tem opiniões, nem deve ter. Somente assim poderemos continuar a ser um espaço imparcial, para que as pessoas que desejam participar, e que aqui escrevem, possam, cada uma, ter a sua opinião. Somos, antes de tudo, um espaço de liberdade, debate e reflexão, que respeita todas as opiniões consistentes e respeitosas.

Fonte:
http://www.conexaolusofona.org/especial-9-motivos-para-sair-correndo-do-brasil-enquanto-ainda-ha-tempo/

domingo, 3 de maio de 2015

Clubes de futebol mais antigos de Portugal

Clubes de Futebol mais antigos de Portugal
Clubes Portugueses e o ano de suas fundações em actualização.
Nota:
Clubes como é o caso do Carcavelinhos Football Clube (1912-1942) que se fundiu com o União Foot-Ball Lisboa, e que deu origem ao Atlético Clube de Portugal, não consta da lista.
AJUDE A MANTER A LISTA O MAIS FIEL POSSÍVEL, FAÇA SEU COMENTÁRIO. (COM MODERADOR)

1. Sport Clube Vianense, nascido a 13 de Março de 1898, "o mais antigo a jogar futebol em Portugal", como se reclama o clube de Viana do Castelo.
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2. Associação Académica de Coimbra (AAC), 3 de Novembro de 1887
ou Organismo Autónomo de Futebol (OAF)
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3. Associação Naval 1.º de Maio, 1º de Maio de 1893
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4. Boavista Futebol Clube, 1º de Agosto de 1903
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5. Sport Lisboa e Benfica, 28 de Fevereiro de 1904
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6. Sporting Clube de Portugal, 1º de Julho de 1906
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7. Futebol Clube do Porto, 2 de Agosto de 1906

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8. Leixões Sport Club, 28 de Novembro de 1907
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9. Club Sport Marítimo, 20 de Setembro de 1910
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10. Vitória Futebol Clube, 20 de Novembro de 1910
ou Vitória de Setúbal
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11. Clube Desportivo Nacional, 8 de Dezembro de 1910
ou Nacional da Madeira


12. Clube de Futebol Os Belenenses, 23 de Setembro de 1919
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Nota: Airton Senna era sócio e torcedor deste clube de futebol em Portugal.

13. Sporting Clube de Braga, 19 de Janeiro de 1921
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14. São Domingos Futebol Clube Setúbal, 28 de Março de 1921

15. São Domingos Futebol Clube - Mértola, 15 de Agosto de 1922

16. Vitória Sport Clube, 22 de Setembro de 1922
ou Vitória de Guimarães
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17. Atlético Clube Marinhense, 1 de Janeiro de 1923
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18. Clube Desportivo Trofense, 28 de Setembro de 1930

1927 - Jovens trofenses começam a jogar futebol no "Campo da Capela";
1929 - Criação do "Sporting Club da Trofa";
Setembro de 1930 - Filiação e fundação do Clube Desportivo Trofense.

19. Clube de Futebol Estrela da Amadora, 22 de Janeiro de 1932
CF Estrela Amadora.svg

20. Sociedade União 1º Dezembro, 06 de Abril de 1938*

(*)Neste ano foi fundado a secção de futebol do clube, porém o clube remonta o ano de 1880.

21. Futebol Clube de Alverca, 1 de Setembro de 1939


22. Rio Ave Futebol Clube, 10 de Maio de 1939
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23. Futebol Clube Paços de Ferreira, 5 de Abril de 1950
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Fonte:
http://en.wikipedia.org/wiki/Category:Football_clubs_in_Portugal

FEEDBACK´s Outros comentados:
Atlético Clube de Vila Meã, 2 de Setembro de 1944
Académico Futebol Clube, 15 de setembro de 1911
Ginásio Clube de Alcobaça, 1 de Junho de 1946
Aliados Futebol Clube de Lordelo, 28 de maio de 1950
Almada Atlético Clube, 20 de julho de 1944
Amarante Futebol Clube, 4 de Março de 1923
Amora Futebol Clube, 1 de maio de 1921
Anadia Futebol Clube, 19 de novembro de 1926
Clube de Futebol Andorinha de Santo António, 6 de Maio de 1925
Futebol Clube de Arouca, 25 de Dezembro de 1951
Atlético Clube de Arrentela, 4 de Outubro de 1926
Clube Desportivo Arrifanense, ?? 1931 (No futebol desde 1931 e como clube desde 2 de Fevereiro de 1929).
Atlético Clube de Portugal, 18 de Setembro de 1942
Atlético Sport Clube, 10 de Maio de 1929
Associação Atlética de Avanca, 1 de Julho de 1937
Clube Desportivo das Aves, 12 de Novembro de 1930
Futebol Clube Barreirense, 11 de abril de 1911
Sport Clube Beira-Mar, 31 de Dezembro de 1922
Clube Desportivo de Beja, 8 de Setembro de 1947 (O Clube Desportivo de Beja, (C. D. Beja), "nasceu" da fusão do Luso Sporting Clube, da União Sporting Clube e do Pax-Júlia Atlético Clube. Os Estatutos do clube consideram no entanto que a " data da fundação do C. D. Beja, a 16/06/1916, por ser esta a data da fundação do Luso Sporting Clube, de que o C. D. Beja, como no Artº. 1º se diz é a continuação")...

Sport Benfica e Castelo Branco, 24 de Março de 1924 ( Nesta data Castelo Branco viria a ser palco da criação de uma equipa de futebol, a sétima filial do Sport Lisboa e Benfica).

Faça os seus comentários para que possamos tornar a lista a mais fidedigna possível...

Em actualização...

Fayal Sport Clube em 1910;
S. C. Espinho Novembro 1914,
Clube Desportivo de Beja, 16/06/1916;
Clube Desportivo Feirense fundado em 18-03-1918;
Futebol Clube Barreirense,fundado em 11 de Abril de 1911;
Varzim Sport Club - 25 de Dezembro de 1915;
Sporting da Covilhã;
Caldas Sport Club 1916,
Lusitano de Evora;
Torreense;

Salgueiros.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Nacionalidade brasileira


A nacionalidade do Brasil (brasileira) é matéria constitucional no Direito brasileiro, regulada pelo artigo 12 da Constituição Federal.

A exemplo de outros países latino-americanos, o Brasil estabelece os parâmetros reguladores da nacionalidade na sua própria Constituição, o que não ocorre - por exemplo - com a maioria das nações européias, cujas regras de nacionalidade são abordadas detalhadamente em leis e decretos para esta finalidade.

De fato, desde a primeira Carta Magna brasileira (Constituição Política do Império do Brasil de 1824), o tema nacionalidade é diretamente tratado na Constituição.

Existem dois tipos de Nacionalidade, são elas:

A instituição do conceito do jus soli é uma constante desde então na atribuição da nacionalidade brasileira, sendo seu princípio de base, mas não o único. O conceito do jus sanguinis também é previsto pela Constituição, pois nunca se ignorou a condição de crianças filhas de pai ou mãe brasileiros nascidas fora do território nacional.

Para saber mais como adquirir a Nacionalidade Brasileira ascese o link a seguir ou clica na imagem:

http://www.dpf.gov.br/servicos/passaporte/requisitos-constitucionais-da-nacionalidade-brasileira